Foto: Fórmula 1/Divulgação
O Aeroporto de Viracopos, em Campinas, começou a receber nesta terça-feira (28) os equipamentos que serão utilizados no Grande Prêmio de São Paulo da Fórmula 1, que acontece de 7 a 9 de novembro, em Interlagos, na capital São Paulo.
O primeiro avião cargueiro chegou da Cidade do México por volta das 14h e desembarcou parte do material de som, iluminação e transmissão que será empregado na montagem da estrutura do evento.

Já os aguardados e famosos carros da Fórmula 1 devem chegar entre amanhã (29) e sexta-feira (31), além dos demais equipamentos das escuderias.

Ao todo, cerca de 700 toneladas de equipamentos serão transportadas em oito aeronaves modelo Boeing.
Esta é a 23ª operação consecutiva da Fórmula 1 realizada em Viracopos, consolidando o terminal como um dos principais pontos logísticos internacionais para o evento.
Segundo a administração do aeroporto, o histórico demonstra a expertise da equipe em lidar com cargas de alto valor e prazos rigorosos.
Após a realização do GP em São Paulo, a operação será invertida: os mesmos aviões decolarão de Viracopos com destino a Las Vegas (EUA), onde acontecerá a etapa seguinte da temporada, marcada para os dias 20 a 22 de novembro.
Como Viracopos monta estrutura para Fórmula 1?
Viracopos montou uma estrutura especial, que mobiliza cerca de 100 profissionais, entre funcionários do aeroporto, órgãos públicos, operadores logísticos, companhias aéreas e transportadoras.
O objetivo é garantir agilidade e segurança durante a movimentação. Todo o material será encaminhado em comboios de carretas até o autódromo de Interlagos.
Estão previstas aproximadamente 100 viagens de caminhões para o transporte de todos os itens descarregados no terminal.
Reconhecido como um dos principais terminais de carga do país, o Terminal de Carga de Viracopos é responsável por cerca de um terço de toda a carga aérea importada pelo Brasil.
O complexo conta com infraestrutura moderna para armazenamento, movimentação e liberação rápida de mercadorias, característica que o torna estratégico em operações logísticas de grande porte, como a da Fórmula 1.

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