Uma mulher de 42 anos foi sequestrada na tarde de quinta-feira (30) em Campinas e mantida refém por cerca de uma hora e meia.
Durante o crime, ela foi obrigada a transferir R$ 15 mil via Pix e permitir compras com seu cartão de crédito que totalizaram outros R$ 10 mil, segundo o boletim de ocorrência registrado pela 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), da Deic de Campinas.

A vítima dirigia seu Jeep Commander branco pela Rodovia Ademar de Barros (SP-340) quando foi interceptada por ao menos quatro criminosos em um carro prata de pequeno porte.

Após ser rendida, ela teve o veículo e objetos pessoais levados, incluindo relógio, alianças, documentos e cartões bancários.
De acordo com a Polícia Civil, a mulher foi libertada após o grupo realizar as transações financeiras. O veículo foi abandonado pouco depois na Rua Milton Ferreira Souza, no Parque das Camélias, em Campinas.
Equipes do GOE (Grupo de Operações Especiais) e da Guarda Municipal isolaram o local até a chegada da perícia, que coletou impressões digitais e imagens.
Transferência levou policiais a Osasco
As investigações apontaram que o dinheiro transferido via Pix teve como destinatária uma moradora de Osasco (SP). Com apoio da equipe da DISE/SIG do município, a suspeita foi localizada e levada à delegacia, onde prestou depoimento.
Ela afirmou ter recebido os valores de um homem, apontado como integrante de uma quadrilha que atuaria em roubos e sequestros relâmpago na região de Campinas.
A irmã da suspeita e outra mulher também foram ouvidas. Segundo o boletim, ela teria relatado que o homem e um comparsa estariam praticando crimes semelhantes.
Outro suspeito de Campinas também foi identificado como beneficiário de uma das compras feitas com o cartão da vítima. Policiais foram até o endereço dele, mas não o encontraram.
Além deles, o nome de outra pessoa aparece na investigação como comprador registrado do veículo prata usado no crime.
Investigação segue
A 1ª DIG/Deic de Campinas prossegue com as investigações para identificar e prender todos os envolvidos. A vítima teve parte dos pertences recuperados e prestou depoimento formal.
O caso foi registrado como roubo e sequestro relâmpago, com restrição de liberdade da vítima, além de localização e apreensão de veículo e objetos.

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