A Ponte Preta apresentou o projeto de reconstrução do Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.
A proposta, elaborada em parceria com a empresa Quadra Capital, prevê uma transformação completa do Majestoso, que passaria a ter estrutura de arena moderna, com cobertura, setores requalificados e novos espaços comerciais.
A capacidade estimada para partidas de futebol deve ficar em cerca de 21 mil torcedores, podendo chegar a até 38 mil pessoas em eventos, como shows.

O investimento previsto gira em torno de R$ 400 milhões.

Como deve ficar o novo estádio da Ponte Preta?
De acordo com o projeto apresentado, o Novo Majestoso terá:
- Arquibancadas totalmente remodeladas, com assentos individuais;
- Cobertura que protege boa parte do público;
- Camarotes e áreas de hospitalidade;
- Lojas, restaurantes e serviços internos;
- Estacionamento com aproximadamente 800 vagas;
- Acessibilidade ampliada com rampas, elevadores e sinalização adequada.
O objetivo, segundo a direção da Ponte, é oferecer mais conforto ao torcedor, ampliar a segurança e aproximar o estádio dos padrões atuais de grandes arenas do país.
Patrimônio preservado
Apesar da reconstrução, o clube afirma que o projeto leva em conta a identidade histórica do local. Inaugurado em 1948, o Moisés Lucarelli é um dos estádios mais tradicionais do futebol brasileiro e considerado símbolo da Ponte Preta. A promessa é manter elementos visuais e referências que fazem parte da memória afetiva da torcida.
Prazo e próximos passos
O cronograma estima entre 24 e 35 meses de obras, mas o início depende de aprovações internas e liberação de órgãos públicos. A diretoria reforça que as etapas devem ser realizadas de forma planejada para não inviabilizar o calendário do time.
Ainda não está definido se a Ponte precisará mudar temporariamente de estádio durante a execução do projeto.
Momento estratégico
O clube trata a modernização como um passo importante para ampliar receitas e fortalecer a Ponte dentro e fora de campo. A parceria com a Quadra Capital prevê participação da empresa na viabilização financeira e no desenvolvimento comercial do novo complexo.
